Mostrar mensagens com a etiqueta #ML122dias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #ML122dias. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 26 de junho de 2018

#ML122dias - Resumo final

Reparei hoje que não tinha feito o resumo do que li para a ML122 dias.
Aqui estão os títulos que li e as páginas que contaram para a maratona:

  • A Casa da Cabeça de Cavalo - Teolinda Gersão 59 pág. 
  • Os Anagramas de Varsóvia - Richard Zimler 362 pág.
  • Jane Eyre - Charlotte Brontë 486 pág.
  • Antologia Poética - Fernando Pessoa 269 pág.
  • As Serviçais - Kathryn Stockett 463 pág.
  • A Metamorfose - Franz Kafka 92 pág.
  • Cisnes Selvagens - Jung Chang 518 pág.
  • Objecto Quase - José Saramago 138 pág.
  • Frankenstein - Mary Wollstonecraft Shelley 324 pág.
  • O gato malhado e a andorinha Sinhá : uma história de amor - Jorge Amado 76 pág.
  • Novas cartas portuguesas - várias 464 pág.
  • O Homem de Giz - C. J. Tudor 320 pág.
  • Os Crimes do Amor - Marques de Sade 243 pág.
  • O Judeu I - Camilo Castelo Branco 182 pág.
  • O Judeu II - Camilo Castelo Branco 183 pág.
  • Obra Conjunta, Volume III - Mar Morto / Capitães Da Areia - Jorge Amado 508 pág.
  • O Hipnotista - Lars Kepler 560 pág.
  • Estados Eróticos Imediatos de Soren Kierkegrand - Augustina Bessa-Luís 91 pág.
  • O Diário de Bridget Jones - Helen Fielding 286 pág.
  • O Filho das Sombras - Juliet Marillier 462 pág.
  • Os Bichos - Miguel Torga 134 pág.
  • A Volta ao mundo em 80 dias - Julio Verne 254 pág.
  • A filha da Profecia - Juliet Marillier 480 pág.
  • O Deus das Pequenas Coisas - Arundhati Roy 62 pág.
(Falta foto do último livro, que por acaso ainda não terminei e vou incluir parte das páginas nas duas maratonas de verão.)
Esta maratona tinha alguns desafios extra, que consegui cumprir.
Assim, fiquei com um total de 7241 páginas lidas.

Páginas Lidas 7 016,00
Extra Carnaval 25,00
Extra Páscoa 25,00
Extra Dia Mundial Livro 25,00
Extra Biblioteca 25,00
Dia da mãe 25,00
Extra terminar 100,00
Total 7 241,00


Foi um desafio giro, "obrigou-me" a ler mais e descobri novos autores. Muitos destes livros foram sugestão de desafios literários de outros grupos do goodreads.



terça-feira, 29 de maio de 2018

Terminei a ML122dias


Finalmente terminei a maratona literária dos 122 dias, aliás vou agora na segunda volta.

Gostei do desafio, apesar de por vezes poder ser um pouco limitante ter que procurar um livro para determinada categoria (foi-me especialmente difícil o livro de humor e o de teatro).

O desafio termina no dia 10 de Junho, portanto só devo ler uns 3 livros na segunda volta, no entanto foram, até à data, 6474 páginas que li, o que é muito bom.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

TBR #ML122dias - Versão Final

Quase quase a terminar a minha maratona literária dos 122 dias.

1 – Carnaval: Mar Morto - Jorge Amado. (254p)
2 – Dia do Amor/Dia dos Namorados: Jane Eyre - Charlotte Bronte (486p)
3 – Ano Novo Chinês: Cisnes Selvagens - Jung Chang (518p) 
4 – Dia Europeu da Vítima de Crime: O Homem de Giz - C. J. Tudor (320p)
5 – Dia Internacional da Vida Selvagem: As Serviçais - Kathryn Stockett (464p)
6 – Dia Internacional da Mulher: A casa da cabeça de cavalo - Teolinda Gersão (apenas contam 59p) - L
7 – Dia Branco: Os Crimes do Amor - Marquês de Sade (243p)
8 – Dia do Pai: Anagramas de Varsóvia - Richard Zimler (362 p)
9 – Dia Internacional do Livro Infantil/Dia Mundial da Criança: O gato malhado e a andorinha Sinhá : uma história de amor - Jorge Amado (76 p)
10 – Dia Internacional da Felicidade: O Diário de Bridget Jones- Helen Fielding (286 p)
11 – Dia Mundial da Poesia: Antologia Poética - Fernando Pessoa (269p)
12 – Dia do Livro Português/Dia do Autor Português: Novas Cartas Portuguesas (464 p)
13 – Dia Mundial do Teatro: Estados Eróticos Imediatos de Soren Kierkegaard - Augustina Bessa-Luís (91p)
14 – Dia das Mentiras: Frankenstein, de Mary Wollstonecraft Shelley (232p)
15 – Dia da Liberdade: 25 de Abril: Objecto Quase - José Saramago (138p)
16 – Dia do Trabalhador: O Hipnotista - Lars Kepler (560p)
17 – Dia do Sol: Capitães da Areia - Jorge Amado (254p)
18 – Dia da Europa: A Metamorfose - Franz Kafka (92p)
19 – Dia do Duende: O Filho das Sombras - Juliet Marillier (462 p)
20 – Dia dos Irmãos: O Judeu, Vol 1 e Vol 2 - Camilo Castelo Branco (365p) 

A minha lista de leituras está acabada, apenas me faltam terminar 3 desafios: Dia Internacional da Felicidade, Dia do Duende e Dia dos Irmãos.

Actualmente estou a ler "O Diário de Bridget Jones" e já fui buscar à biblioteca "O Filho das Sombras" (que já era para ter lido em Março/Abril, para um desafio da Mafalda mas já não consegui). Tenho em casa os dois volumes de "O Judeu" e depois disto termino esta maratona.
Ou volto ao inicio, quem sabe....

Tenho vários outros desafios que gostaria de participar, nomeadamente ler um livro de um autor espanhol, a volta ao mundo em 80 dias, um livro da Maria Teresa Horta (... e mais uns quantos do goodreads) mas o mês de Maio vai ser um mês muito atarefado lá em casa, não me vejo com tempo para tantas leituras. 

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Opinião: Capitães da Areia, de Jorge Amado

Sabes quando um livro é bom quando:
a) te preocupas com as personagens e vibras com a sua "sorte" (ou falta dela)
b) tens vontade de chorar se uma personagem morre
c) só te apetece entrar dentro do livro para bater em alguém
d) todas as anteriores

No caso deste livro, a minha resposta é a d)!
Vibrei com as personagens, com as aventuras e desventuras dos meninos que integram o bando do Pedro Bala, em alguns momentos deu-me vontade de is ir consolar, noutros de lhes ir bater (em especial na cena em que um deles persegue uma menina no areal da praia).
A morte de uma das personagens, que até se pode considerar uma personagem secundária, quase me fez chorar, tal como a violência policial exercida sobre algumas das crianças e a indiferença da sociedade em relação ao problema dos meninos de rua.
Penso que este livro deve ser um retrato do que se passa no Brasil (e outros países, tais como Angola), em que existem muitas crianças a morar sozinhas na rua, uns porque fogem de casa, outros porque simplesmente não têm quem lhes dê a mão quando ficam sem a sua família.


Gostei bastante da escrita do autor, de aprender novas palavras - a língua portuguesa é de facto muito rica e tem bastantes variantes consoante o país onde é falada.
Este romance está incluído numa Obra Conjunta, onde também está incluído o romance Mar Morto, que inicialmente não contava ler. No entanto, mudei de opinião depois de ter lido os Capitães e me ter "apaixonado" por Jorge Amado.


#ML122dias - ler um livro de um autor brasileiro

terça-feira, 10 de abril de 2018

Os Crimes do Amor, seguido de Historietas Maliciosas, de Marques de Sade

Este livro entrou para a #ML122dias na categoria 7 Dia Branco (ler um livro de capa branca).


O Marques de Sade é amplamente conhecido mas será que conhecemos realmente esta personagem histórica?
Este seria um libertino, de ideias extravagantes, violentas mesmo. A biografia que encontrei termina com a frase "devemos queimá-lo ou celebrá-lo?".Acedam ao link para conhecerem melhor a sua história.

Relativamente a este livro, trata-se de um livro e contos, que podem considerar-se sádicos, apesar de na maioria das vezes não incluírem sexo explicito ou violência física.
É a donzela que casa com um bandido, desconhecendo que este o seja - e que após ser salva pelo seu verdadeiro amor, este a abandona.
É a senhora que casa com o seu próprio pai, mas que aos 15 anos tinha tido um caso com o irmão, de onde gerou um filho que veio  a assassinar, tendo ainda contribuído para a morte na forca de sua mãe. Isto sem que a desgraçada soubesse as suas origens e do seu filho que lhe havia sido subtraído ainda em bebé.




Estes são dois dos primeiros contos, que estão na primeira parte do livro, designada por "Os Crimes do Amor". Na segunda parte do livro, "Historietas Maliciosas" surgem alguns contos mais curtos.
Em muitos nota-se uma critica implícita (ou explicita) ao clero e à sua falta de moral.

É um livro que se lê bem, num registo muito diferente do que andava a ler.

☆☆☆

quarta-feira, 28 de março de 2018

Novas Cartas Portuguesas

Atualmente tenho dois livros começados, sendo um deles o famoso livro das "Três Marias" ( Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta): Novas Cartas Portuguesas.



Depois de tantas criticas positivas decidi incluir este livro na #ML122dias e no #marçofeminino, no entanto ainda não sei bem o que pensar do livro.
Quando comecei a leitura senti (com alguma vergonha, confesso) que não percebia nada, era como se aquilo que estava a ler não tivesse sentido nenhum, a construção gráfica de certas frases não me faziam sentido (cheguei a pensar "haverá algo de errado com esta edição que estou a ler"?).


Resolvi ler os textos e a respectiva nota explicativa ao mesmo tempo (primeiro leio o texto, depois a nota explicativa, que surge no final desta minha edição). Voltei atrás ao prefácio e ao pré prefácio, voltei aos textos, voltei muitas vezes atrás, para reler alguns dos textos.

Considero certos textos muito bons, onde dá perfeitamente para perceber a intenção das autoras: é um livro muito feminista, onde abordam a condição das mulheres ao longo do tempo, a escravidão do nosso corpo ao domínio masculino, as mulheres que não podiam ter vontade própria, não podiam ter prazer carnal, não deveriam gostar de sexo... as mulheres encaradas como putas (pobres homens que são seduzidos pelas próprias filhas...).
No entanto, certos textos parece estarem ali desgarrados, sem sentido.

Não desisto do livro porque tem passagens mesmo muito boas (li um pouco ontem à noite e os textos foram excelentes) e interessa-me pelo seu contexto histórico. No entanto, estou longe de dizer que é uma obra prima, o livro da minha vida.... 

É um livro para ler com calma e no momento certo. Talvez daqui a uns anos volte a rele-lo. 

Para saber mais: http://www.novascartasnovas.com/

☆☆☆
(texto editado a 4 de Abril, após terminus da leitura)

segunda-feira, 26 de março de 2018

Opiniões: Frankenstein, de Mary Wollstonecraft Shelley

Mais um livro para a #ML122dias e o #marçofeminino.

(contem spoilers)
O Frankenstein foi um livro sugerido no "Clube dos Clássicos Vivos" e que me surpreendeu bastante.
Para começar, o Frankenstein não é o monstro que todos (ou quase todos) julgamos que é. Mas no final, talvez cheguemos à conclusão que sim, é um tipo de monstro...
Frankenstein é o criador do "monstro", que lhe dá vida para logo depois o rejeitar. E este acaba por "crescer" sozinho, quase como se fosse um bebé a apreender as sensações de fome, frio, calor e sede, para pouco depois descobrir que é rejeitado pela sociedade apenas devido ao seu aspecto. Ninguém lhe dá verdadeiramente uma hipótese, talvez o velho cego, porque não o vê, pudesse ser uma companhia para ele, mas também essa hipótese lhe é negada pela sua família que o consegue ver.
No fundo, é uma história triste, de alguém que é rejeitado pela sociedade devido às suas diferenças (o que não deixa de ser um  tema actual) e cuja rejeição o faz explodir de raiva, cometendo alguns crimes só para castigar quem o criou.

 ☆☆☆☆

quinta-feira, 15 de março de 2018

Opiniões: As Serviçais, de Kathryn Stockett

Mais um livro lido para a #ml122dias e a #marçofeminino

Li ao mesmo tempo que Os Cisnes Selvagens, mas terminei este uns dias antes.

Passa-se no Mississípi, na década de 60, numa sociedade ainda muito racista e segregadora e é contada a três vozes: uma rapariga branca, com aspirações a ser escritora e 2 empregadas negras. Juntas escrevem um livro (com o depoimento de outras empregadas) sobre a sua visão do que é ser uma empregada negra em casa de senhores brancos.

O livro retrata as relações pessoais entre as empregadas, os bebés/crianças de que tomam conta e as senhoras para quem trabalham, com algumas referências a episódios de violência sobre negros. Existe ainda a história de um grupo de mulheres brancas, as “patroas” e a sua posição social naquela pequena cidade.

É uma leitura fluída, lê-se muito bem, daí ter intervalado com “Os Cisnes Selvagens”, que era uma leitura mais demorada e na qual tinha de ter mais atenção.


Gostei bastante do livro, no final gostaria de ter tido mais uns capítulos para ler e saber o que aconteceu a algumas personagens, tais como a Hilly (uma mulher algo detestável) e a Célia (uma pateta de quem tive algumas vezes pena). E claro as personagens principais, Skeeter Aibileen  e Minny.

☆☆☆☆

terça-feira, 13 de março de 2018

Opiniões: Cisnes Selvagens, de Jun Chang

Li este livro para a #ML122dias e a #marçofeminino, foi uma escolha ao acaso mas uma boa escolha.

Esta é uma história verídica sobre três gerações de mulheres, avó, mãe e filha, nascidas sobre o regime de Kuomintang, atravessando as convulsões da guerra civil chinesa e mais tarde o regime de Mao Tse-tung

Li uma review que dizia que este é um livro cheio de desgraças folha após folha, o que é uma boa descrição.
A avó nascida numa época que as mulheres pouco valiam (numa parte do livro é dito que a sua própria mãe “rezava” para que reencarnasse como um animal e não como mulher), as concubinas, o opio...
Depois o partido comunista sobe ao poder e é impressionante como este comandava a vida pessoal dos cidadãos, como as ideias de Mao mudavam ao sabor de sabe-se lá o quê e como foram cometidas tantas injustiças.

Era mal visto que as pessoas tivessem afeto pela família e que esse afeto se sobrepusesse aos interesses do partido, tudo podia de alguma forma “ofender o partido”. Pessoas que foram torturadas ou assassinadas por suspeitas mínimas (ou por vezes puras vinganças pessoais).

A Campanha Antidireitista, onde havia metas para serem encontrados “direitistas” (que poderiam vir a sofrer tortura, trabalhos forçados ou mesmo ser condenados à morte), O Grande Salto em Frente (inflacionamento irreal da produção alimentar, incentivo à produção de aço e posterior abandono da produção agrícola, o que resultou um grande período de fome), a Revolução Cultural (com a perseguição aos professores, destruição do sistema de ensino, de livros, de marcos culturais).

A falta de assistência médica de qualidade, a baixa instrução do povo (em especial dos camponeses), mais tarde, quando se mostrou a necessidade de qualificar alguns cidadãos, era o partido a decidir quem entrava na faculdade e para que curso (Mao não gostava de exames e os cidadãos não podiam ter gostos próprios - tudo tinha de ser feito em prol do interesse superior do partido), se a pessoa pode ir para as cidade ou fica no campo, os casais que estão geograficamente separados e apenas se podem ver durante 12 dias ao ano.

E a devoção a Mao, quase endeusado.

Uma devoção causada pela eliminação da cultura, nas escolas apenas estudavam o Livro Vermelho de Mao e o Diário do Povo (jornal oficial do partido comunista chinês), que logicamente enalteciam as virtudes do ditador e as suas ideias.

Confesso que desconhecia totalmente a história da China, fiquei muito impressionada com o que li. Certas partes fizeram-me recordar os livros sobre o Holocausto e a vida nos campos de concentração (a fome, os trabalhos forçados a troco de quase nada,…).

Não é um livro fácil de ler, quer pelo tema quer pela escrita, mas é um livro que deveria ser lido por mais pessoas.






☆☆☆☆

segunda-feira, 5 de março de 2018

Opiniões: Objecto Quase, de José Saramago



Sou fã de José Saramago, já li diversos romances, pelo que para o desafio 15 da #ML122dias resolvi escolher um livro publicado por este autor. Consultando a Wikipédia e o site da Biblioteca Municipal, optei por este livro de contos. Foi também a minha primeira experiência (que me recorde) com esta tipologia de escrita.





Este livro contém 6 contos:
  • A Cadeira: primeiro conto, onde é fácil perceber uma clara alusão à queda de Salazar. Confesso que foi difícil entrar nesta leitura, às tantas só pensava “mas quantas páginas são necessárias para descrever uma simples queda de uma cadeira?”. Mas depressa percebi o meu erro: estava a ler aos poucos, um bocadinho à hora de almoço, mais um bocadinho enquanto esperava, mais um bocadinho daqui a pouco… No entanto é um bom conto, Saramago usa diversas alegorias para contar a queda da cadeira, o Anobium que se torna no Buck Jones, a alusão ao fim da ditadura, à forma como descreve o ditador que se vai sentar na cadeira e à opinião do autor acerca do mesmo:
Deixemos porém este pó que não é sequer enxofre, e que bem ajudaria o cenário se o fosse, ardendo com aquela chama azulada e soltando aquele seu malcheiroso ácido sulfuroso(...).

  • Embargo: este conto fala da dependência do Homem face ao automóvel, com a personagem principal a ficar presa ao seu carro, como se este não o deixasse sair do seu interior.
  • Refluxo: uma “fábula” sobre um rei que não quer encarar a morte e manda que todos os mortos sejam encaminhados para um cemitério único. 
  • Coisas: este conto fez-me lembrar, em parte, o livro “Admirável Mundo Novo” (na questão da sociedade organizada por castas) e uma série futurista que vi em tempos na rtp2, Trepalium. Trata-se de uma sociedade futurista, onde cada pessoa tem uma letra que a classifica (e define os seus privilégios) e onde os objectos possuem uma espécie de “vida” (o sofá com febre que leva injecções para se curar, o marco dos correios que desaparece, …). Achei o final surpreendente.

Não tínhamos outro remédio, quando as coisas éramos nós. Não voltarão os homens a ser postos no lugar das coisas.

  • Centauro: a história do último centauro, metade homem, metade cavalo. Como se fossem dois seres presos no mesmo corpo.
  • Desforra: um conto muito curto, um amor singelo.


Saramago é um escritor de histórias inverossímeis, a realidade anda de mãos dadas com a ficção e a forma como descreve as situações por ele imaginadas é muito boa.
Destes contos, o último foi o que gostei menos, parece-me que foi colocado ali como antítese dos restantes (já que começa com alguma violência e termina com a imagem de um amor puro e águas calmas), uma espécie de conclusão do livro. Gostei bastante de “As Coisas”, o “Embargo” e o “Refluxo”.

☆☆☆☆

quinta-feira, 1 de março de 2018

Livros para Março - #marçofeminino

Descobri através do Diário de Leituras o desafio #marçofeminino. Este desafio consiste em ler apenas mulheres durante todo o mêsAdoro desafios literários (sinto que leio mais e de forma mais diversificada) pelo que irei participar, com as leituras que já tenho em andamento (estou a ler 3 livros, no entanto 1 é um autor masculino, que obviamente não conta) e pretendo começar pelo menos mais um. Estes livros fazem parte da minha TBR para o "ML122dias:

  • As Serviçais, de Kathryn Stockett: desafio 5 – Dia Internacional da Vida Selvagem
  • Cisnes Selvagens, de Jung Chang: desafio 3 - Ano Novo Chinês
  • Frankenstein, de Mary Wollstonecraft Shelley: desafio 14 - dia das Mentiras


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

TBR #ML122dias

Lista [provável] dos livros que irei ler na #ML122dias

***em construção***

1 – Carnaval: A Resistência - Julián Fuks (144p) - PL
2 – Dia do Amor/Dia dos Namorados: Jane Eyre - Charlotte Bronte (486p) - L
3 – Ano Novo Chinês: Cisnes Selvagens - Jung Chang (518p) - AL
4 – Dia Europeu da Vítima de Crime:
5 – Dia Internacional da Vida Selvagem: As Serviçais - Kathryn Stockett (464p) - AL
6 – Dia Internacional da Mulher: A casa da cabeça de cavalo - Teolinda Gersão (apenas contam 59p) - L
7 – Dia Branco: A Rapariga que Inventou um Sonho - Haruki Murakami (424p) - PL
8 – Dia do Pai: Anagramas de Varsóvia - Richard Zimler (362 p) - L
9 – Dia Internacional do Livro Infantil/Dia Mundial da Criança:
10 – Dia Internacional da Felicidade:
11 – Dia Mundial da Poesia: Antologia Poética - Fernando Pessoa (269p) - L
12 – Dia do Livro Português/Dia do Autor Português:
13 – Dia Mundial do Teatro:
14 – Dia das Mentiras: Frankenstein, de Mary Wollstonecraft Shelley (232p) - AL
15 – Dia da Liberdade: 25 de Abril: Objecto Quase - José Saramago (138 p) - AL
16 – Dia do Trabalhador:
17 – Dia do Sol:
18 – Dia da Europa: A Metamorfose - Franz Kafka (92p) - L
19 – Dia do Duende: O Filho das Sombras - Juliet Marillier (462 p) - PL
20 – Dia dos Irmãos: O Conde de Monte Cristo, Vol 1 e Vol 2 - Alexandre Dumas (764p e 765p) - PL

Nota: L (lido) AL (a ler), PL (pretendo ler)

domingo, 11 de fevereiro de 2018

#ML122dias - Maratona Literária dos 122 dias

Conheci a #ML122dias através de um blog literário (lamento não me recordar qual) e achei que seria giro participar.
Desde que estou no Goodreads que sinto ter motivações extra para ler: conheço novos livros e autores, participo em grupos onde várias pessoas lêem o mesmo livro ao mesmo tempo e posso registar o meu progresso nas leituras, livros que já li ou que pretendo ler... participar numa maratona literária é mais um desses desafios!

Esta #ML122dias é organizada pelo blog FLAMES em parceria com o blog LinkedBooks e "gerida" num grupo da plataforma facebook, onde podemos ler a sua descrição:

"A ML decorre de 10 Fevereiro a 10 Junho, e estes são os desafios para os maratonistas literários superarem. Todos os desafios foram inspirados em datas comemorativas dos 122 dias! Vamos a isso?
DESAFIOS GERAIS
1 – Carnaval – Ler um livro de um autor brasileiro.
2 – Dia do Amor/Dia dos Namorados – Ler um Romance.
3 – Ano Novo Chinês – Ler um livro de um autor chinês ou cuja história se desenrole na China.
4 – Dia Europeu da Vítima de Crime – Ler um Policial.
5 – Dia Internacional da Vida Selvagem – Ler um livro com um animal (não doméstico) na capa.
6 – Dia Internacional da Mulher – Ler um livro escrito por uma mulher.
7 – Dia Branco – Ler um livro de capa maioritariamente branca.
8 – Dia do Pai – Ler um livro escrito por um autor masculino.
9 – Dia Internacional do Livro Infantil/Dia Mundial da Criança – Ler um livro infantil, ou uma banda desenhada, ou mangá, ou edição ilustrada ou graphic novel.
10 – Dia Internacional da Felicidade – Ler um livro de humor (cómico ou divertido).
11 – Dia Mundial da Poesia – Ler um livro de poesia.
12 – Dia do Livro Português/Dia do Autor Português – Ler um livro de um autor/autora português.
13 – Dia Mundial do Teatro – Ler um Livro de Teatro.
14 – Dia das Mentiras – Ler um livro de Ficção Científica.
15 – Dia da Liberdade: 25 de Abril – Ler um livro português publicado na década de 70.
16 – Dia do Trabalhador – Ler um livro cujo protagonista tenha uma profissão que admires ou que gostaria de ter.
17 – Dia do Sol – Ler um livro que te faça lembrar o Verão.
18 – Dia da Europa – Ler um livro escrito por um autor europeu.
19 – Dia do Duende – Ler um livro de Fantasia.
20 – Dia dos Irmãos – Ler um livro dividido em dois ou mais volumes (nota: para contar este desafio deves ler todos os volumes dessa obra).
DESAFIOS EXTRAS
(A cada desafio acresce 25 páginas)
1 – Carnaval – Tirar uma foto mascarada ou com mascarados e o livro que está a ler no momento.
2 – Páscoa – Tirar uma foto do livro que estão a ler, rodeado de chocolates.
3 – Dia Mundial do Livro – Procurar nos blogues literários um post sobre um livro que tenha lido e comentar esse post com a sua opinião sobre o livro.
4 – A REVELAR ...
5 – A REVELAR ...
Em breve irei deixar aqui a minha lista [temporária] dos livros que pretendo ler para esta maratona.