Mais um livro lido para a #ml122dias e
a #marçofeminino
Li ao mesmo tempo que Os Cisnes Selvagens, mas terminei este uns dias antes.
Passa-se no Mississípi, na década
de 60, numa sociedade ainda muito racista e segregadora e é contada a três
vozes: uma rapariga branca, com aspirações a ser escritora e 2 empregadas
negras. Juntas escrevem um livro (com o depoimento de outras empregadas) sobre
a sua visão do que é ser uma empregada negra em casa de senhores brancos.
O livro retrata as relações
pessoais entre as empregadas, os bebés/crianças de que tomam conta e as
senhoras para quem trabalham, com algumas referências a episódios de violência
sobre negros. Existe ainda a história de um grupo de mulheres brancas, as “patroas”
e a sua posição social naquela pequena cidade.
É uma leitura fluída, lê-se muito
bem, daí ter intervalado com “Os Cisnes Selvagens”, que era uma leitura mais
demorada e na qual tinha de ter mais atenção.
Gostei bastante do livro, no final
gostaria de ter tido mais uns capítulos para ler e saber o que aconteceu a
algumas personagens, tais como a Hilly (uma mulher algo detestável) e a Célia
(uma pateta de quem tive algumas vezes pena). E claro as personagens
principais, Skeeter Aibileen e Minny.
☆☆☆☆
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