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quinta-feira, 5 de julho de 2018

TBR para a maratona #MLPalavrasdeVerão

E agora a TBR (provável) para a minha segunda maratona de verão.
Obviamente que tentei escolher livros que se enquadrassem nas duas maratonas!
E, obviamente, esta TBR está altamente sujeita a alterações! 😛
Este é um "print" da minha tabela de controlo que tenho num ficheiro Excel (ficheiro onde controlo os livros que vou lendo, autores, etc.).
Falta-me ainda uma categoria e na categoria "romance" não estou muito convencida com a escolha.
Nesta lista coloquei um código de cores, para saber se tenho o livro físico, se é e-book ou se está disponível na biblioteca.


quarta-feira, 4 de julho de 2018

TBR para amaratona #bookbingoleiturasaosol2



Esta é uma TBR não definitiva, aliás já teve duas outras versões!
Inicialmente, na categoria 8 pretendia reler "Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley" mas infelizmente não encontrei o livro. Provavelmente "emprestei-o"... descobri o de Mário Zambujal na estante da minha irmã, que também li diversas vezes na minha adolescência mas do qual já não me recordo da história.
Vai ser a minha estreia com Stephen King, que já andava para ler há bastante tempo, bem como de muitos outros autores. Quero ler mais um romance de Saramago, que adoro!
Não estou muito convencida com os livros "Iracema" e "20 mil léguas submarinas" provavelmente ainda vou alterar.
E falta o livro escrito por uma celebridade, de momento não me lembro de nenhum que queira ler... 




quinta-feira, 22 de março de 2018

Aumentei a minha TBR

No The Unwomanly Face of War da Svetlana algumas cenas tocaram-me particularmente. A bem dizer este livro como um todo é poderosíssimo e uma vez lido não pode ser esquecido. Por exemplo a cena das botas: a moça que ficou com os pés em carne viva depois de ter de marchar com botas tamanho 42 quando o dela era o 35 - não as faziam tão pequenas ("Então ficou claro que eu já não conseguia andar. Ordenaram a Párchin, o sapateiro da companhia, que, usando a lona de uma tenda velha, fizesse para mim botas tamanho 35…”)
Esta excelente reflexão da autora do blog Desabafos Agridoces (vale a pena clicar no link e ler o restante) levou-me a pesquisar pelo livro A guerra não tem rosto de mulher, de Svetlana Alexievich:


Nesta obra-prima, Svetlana Alexievich dá voz a centenas de mulheres que revelam pela primeira vez a perspetiva feminina da Segunda Guerra Mundial. O número de mulheres combatentes no Exército Vermelho chegou quase a um milhão, mas a sua história nunca foi contada. Este livro, marcado pelo estilo pungente de Svetlana Alexievich, apresenta testemunhos de mais de 200 jovens russas que passaram de filhas, mães, irmãs e noivas a atiradoras, condutoras de tanques ou enfermeiras em hospitais de campanha. O seu relato não é uma história de guerra, nem de combate; é uma história de mulheres e homens catapultados «da sua vida simples para a profundeza épica de um enorme acontecimento». Em que pensavam? De que tinham medo? Como foi aprender a matar? É sobre isto que estas mulheres falam, mostrando uma faceta do conflito sobre a qual não se escreve. Descrevem a sujidade e o frio, a fome e a violência sexual, a angústia e a sombra permanente da morte. A Guerra não Tem Rosto de Mulher, a marcante obra de estreia de Svetlana Alexievich, foi originalmente publicada em 1985, depois de quatro anos de pesquisa e entrevistas. Esta edição corresponde ao texto fixado em 2002, quando a autora reescreveu o livro e incluiu novos excertos com uma força que, antes, a censura não lhe tinha permitido mostrar.


Um livro com um excelente rating de avaliações no goodreads e que já coloquei na minha TBR para este ano.