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terça-feira, 9 de outubro de 2018

#MLPalavrasdeVerão - Resumo

Faltava aqui o meu resumo final da #MLPalavrasdeVerão.
Li 17 livros (16 e meio, na verdade, já que não terminei a tempo o livro "A Dança da Morte").
Conheci novos autores, novos géneros literários.
Apesar de não ter concluído todos os desafios, acho que foi uma boa participação!


segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Problemas de ler calhamaços

Atualmente estou a ler "A Dança da Morte", de Stephen King, cuja versão física tem 944 páginas (de acordo com o goodreads).
A minha versão e-book diz ter cerca de 2700 páginas!

Há dias dei por mim com vontade de terminar o livro nessa mesma noite, estava mesmo entusiasmada para saber o final. Mas quando lho para  contagem de páginas, nem ia a meio...humm, claro que não acabei o livro nessa noite (e, na verdade, ainda estou sensivelmente a meio).

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Opinião: A Guerra não Tem Rosto de Mulher de Svetlana Aleksievitch





O que dizer deste livro? Parti com expectativas altas que foram totalmente superadas.

Não é um romance, mas sim uma compilação de relatos na primeira pessoa, relatos comoventes, brutais, sobre a experiência feminina na guerra.

Raparigas jovens, algumas nem os 16 anos tinham, alistavam-se na guerra para ajudar a salvar o seu país das garras de Hitler. Com ideias românticas, que seriam capazes, tão capazes como os homens. Queriam ir para a frente da batalha…


“Na primeira vez dá medo… Muito medo… deitámo-nos e fiquei a observar. E então vi um alemão a levantar-se nas trincheiras. Eu apertei o gatilho e ele caiu. Nesse momento eu tremia inteira, ouvia os meus ossos a bater. Comecei a chorar. Quando treinava não tinha problemas, mas nessa altura: eu matei! Eu! Matei uma pessoa que não conheço. Não sei nada sobre ele, mas matei-o.”




Os relatos são impressionantes, relatos de fome, (da população em geral e de quem guerreava), de privações, de esforço físico que muitas vezes as levava a “deixarem de ser mulheres”.

Impressionaram-me relatos de mulheres com filhos, destaco um em particular (mas há muitos mais):

“Passámos alguns dias, semanas, com água à altura do pescoço. Havia connosco uma operadora de rádio que tinha tido um filho à pouco tempo. A criança estava com fome… Pedia o peito. Mas a própria mãe estava a passar fome, não tinha leite e a criança chorava. Os soldados da tropa punitiva estavam por perto… Tinham cães … Se estes ouvissem, todos nós morreríamos. Todo o grupo, umas trinta pessoas. Entende? O comandante tomou a decisão… Ninguém se animava a transmitir a ordem para a mãe, mas ela mesma adivinhou. Foi baixando a criança enroladinha para a água e segurou-a ali por um longo tempo… A criança não gritou mais… Nenhum som… E nós não conseguíamos levantar os olhos. Nem para a mãe, nem uns para os outros…”


No final os relatos começam a aproximar-se do dia da Vitória, surgem outro tipo de memórias, outro tipo de atrocidades (prisioneiros, torturas, mais fome e miséria, mais bebés e crianças...), mas também de injustiças… a forma como as mulheres foram tratadas no pós-guerra, levadas quase a esconder a sua condição de ex-soldados, o considerar quem esteve preso pelo “inimigo” e sobreviveu um traidor, alvo de suspeitas...

Este foi um livro muito difícil de ler, fui intervalando com outras leituras mais ligeiras… mesmo agora, que já passaram mais de 15 dias de ter terminado esta leitura, torna-se doloroso relembrar alguns relatos…
☆☆☆☆☆


Nunca tinha lido nada desta autora, vencedora do Nobel da literatura 2015, mas sem dúvida que ficou na minha lista de autores favoritos...



sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Opinião: O Ano da morte de Ricardo Reis, de José Saramago




José Saramago é um dos meus autores favoritos, já li a maior parte dos romances dele:

e ainda um livro de contos:

O Ano da Morte de Ricardo Reis conta a história deste heterónimo de Fernando Pessoa, que regressa a Portugal quando recebe a noticia do falecimento do grande poeta.
Ao longo do livro são-nos dados vislumbres do que era a sociedade portuguesa nessa época (1935/1936), a politica, as cheias, o culto de Fátima, os festejos do carnaval e ano novo, alguma visão do papel feminino... também recebemos notícias da conjuntura internacional, Espanha, Itália, Alemanha...
No livro encontramos citações à obra de Fernando Pessoa (e seus heterónimos), a Camões...

Como é recorrente nos livros de Saramago, neste também temos uma componente de "ficção cientifica", Pessoa encontra-se com Ricardo e explica que, depois da morte, terá 9 meses para andar na terra, podendo ser ou não visto pelas outras pessoas, pelo que estas duas personagens (mortas ou vivas?) conversam diversas vezes.
Há duas personagens femininas, Lídia (que é também o nome de uma "musa" de Ricardo Reis) e Marcenda, Lídia uma mulher forte, criada na pensão onde Ricardo fica alojado (mas age de uma forma demasiado submissa para o meu gosto feminista, chega a irritar-me algumas vezes...), Marcenda uma mulher jovem, com o braço esquerdo inerte...

A escrita é a habitual de Saramago, parágrafos longos, sem introdução aos diálogos. Mas é uma escrita apaixonante, conseguimos perfeitamente imaginar os cenários descritos. ☆☆☆☆



terça-feira, 31 de julho de 2018

Opinião: O Barão de Lavos, de André Botelho





















Considerado como o primeiro livro a abordar o tema da homossexualidade, foi publicado em 1891, inserido na série Patologia Social, na qual o autor pretendia  retratar os vícios da sociedade portuguesa, sobretudo a lisboeta, através dos métodos experimentais do Naturalismo.

Conta a história do Barão de Lavos (Sebastião), de origem nobre mas ramos "bastardos" (o que, a par de algumas outras características biográficas, "justificaria" as suas tendências homossexuais ou bissexuais), casado com Elvira (um casamento por conveniência: ele quer esconder as suas tendências sexuais, ela quer ascender na sociedade) e que se apaixona por Eugénio, um jovem efebo sem família, que aceita a sua "protecção" em troca de um tecto, dinheiro e outras mordomias.
Com o avançar da história o Barão vê-se cada vez mais "preso" a Eugénio, que aproveita-se disso em proveito próprio (exige cada vez mais dinheiro e bens materiais), acabando mesmo por se envolver sexualmente (e romanticamente?) com Elvira.

O fim acaba por ser um pouco previsível, face à época e tema abordado: o Barão adoece, acaba por ter um final de vida degradante (apesar de ainda ser ajudado por alguns amigos), Elvira regressa a casa da mãe (mas possivelmente irá acabar por ter um final feliz junto do homem que sempre  amou) e o Eugénio surge como actor.

Destaque ainda para a particularidade de existirem outras personagens homossexuais no livro, não directamente relacionadas com a história principal (mas dando a entender que "existem outros com os mesmos vícios") e nos ser dada uma visão de alguns abusos/grupos homossexuais em colégios internos ou no meio eclesiástico.

O tema homossexualidade aqui é retratado como vício, doença, patologia dependente da educação tida e dos antecedentes familiares, enfim, uma visão que felizmente está cada vez mais ultrapassada.

Não achei que o livro abordasse a pedofilia, como li em algumas opiniões, pois se considerarmos a época em que foi escrito, 16 anos era uma idade perfeitamente aceitável para casar. Aliás, penso que as meninas poderiam mesmo casar mais cedo, desde que já "fossem mulheres".

Gostei do livro, li a versão disponibilizada no site luso-livros, em que a linguagem está adaptada aos tempos atuais. Mesmo assim consultei diversas vezes o dicionário, para verificar alguns termos mais antigos ou rebuscados.

Inseri esta leitura em duas maratonas literárias: Livro publicado à mais de 10  anos #bookbingoleiturasaosol2 e Livro com tema LGBT #MLPalavrasdeVerão.


☆☆☆



quinta-feira, 5 de julho de 2018

TBR para a maratona #MLPalavrasdeVerão

E agora a TBR (provável) para a minha segunda maratona de verão.
Obviamente que tentei escolher livros que se enquadrassem nas duas maratonas!
E, obviamente, esta TBR está altamente sujeita a alterações! 😛
Este é um "print" da minha tabela de controlo que tenho num ficheiro Excel (ficheiro onde controlo os livros que vou lendo, autores, etc.).
Falta-me ainda uma categoria e na categoria "romance" não estou muito convencida com a escolha.
Nesta lista coloquei um código de cores, para saber se tenho o livro físico, se é e-book ou se está disponível na biblioteca.


Opinião: O Grande Deus Pã, de Arthur Machen

Pã (Lupércio ou Lupercus em Roma) era o deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores na mitologia grega. Residia em grutas e vagava pelos vales e pelas montanhas, caçando ou dançando com as ninfas. Era representado com orelhas, chifres e pernas de bode. Amante da música, trazia sempre consigo uma flauta. Era temido por todos aqueles que necessitavam atravessar as florestas à noite, pois as trevas e a solidão da travessia os predispunham a pavores súbitos, desprovidos de qualquer causa aparente e que eram atribuídos a Pã; daí o nome pânico.
Os latinos chamavam-no também de Fauno e Silvano.
(in: O Livro das Mitologias)


O livro "O Grande Deus Pã" é um livro com 4 contos de Arthur Machen que, segundo o tradutor desta edição (professor José Manuel Lopes) se inserem na categoria de Fantástico Vitoriano.
Este livro contem os contos:

  • O Grande Deus Pã
  • A Luz mais Interior
  • A Novela da Chancela Negra
  • O Povo Branco



Não são contos que (atualmente) nos aterrorizem, mas acredito que na época em que foram escritos tivessem produzido impacto nos seus leitores, já que abordam temas ligados ao sobrenatural: demónios, fadas, faunos...
Dos 4 contos, o último foi o que achei mais difícil de ler (e mais aborrecido) já que grande parte é um relato corrido de uma criança, com diversas histórias encadeadas. Talvez volte a lê-lo, numa tentativa de perceber melhor a sua essência.
Dos restantes, é-me difícil escolher aquele que mais gostei, já que todos trazem elementos diferentes.
Não é um livro caro (5 € na Saída de Emergência) a capa é muito bonita e não deixa de ser um "clássico" aliás, este autor é descrito como 
"um dos escritores mais influentes do seu género no início do século XX. (...) Aclamado pelos maiores nomes do seu tempo: T.S. Eliot, Bernard Shaw, Algernon Blackwood, Bram Stoker, Arthur Conan Doyle, W.B. Yeats, Oscar Wilde, e mais tarde Jorge Luis Borges que o reconheceu como um escritor genial e através dele influenciou o realismo mágico"

(imagem adaptada da editora Clock Tower)

Parte da obra deste autor está disponivel (em inglês) no site Projecto Gutenberg
☆☆☆



quarta-feira, 27 de junho de 2018

Opinião: O Deus das Pequenas Coisas - Arundhati Roy





Em primeiro lugar quero realçar a escrita da autora: é maravilhosa, poética, com ritmo, com recuso a diversas figuras de estilo. 
Cativante.


"Chovia quando Rahel regressou a Ayemenem. Oblíquas cordas prateadas estoiravam sobre a terra solta, sulcando-a como pólvora. A velha casa na colina usava o telhado inclinado com beiral como quem usa um chapéu de aba descaída enterrado até às orelhas. (...) O jardim selvagem e pujante estava repleto do sussurro e frémito devidas diminutas. (...) Rãs amarelas, enormes e esperançadas, navegavam pelo lago escumoso à procura de parceiros."




Este livro gira à volta de dois gémeos biovulares e de um terrível acontecimento na sua infância.
A história vai sendo contada em lapsos de tempo, ora estamos no presente, ora saltamos para o passado, sendo que nem sempre é fácil acompanhar a acção. É, portanto, um livro para se ler com atenção.

Com criticas nas entrelinhas à sociedade indiana - o sistema de castas, a pobreza, a sujidade, a corrupção, a violência da policia - ao papel da mulher - a mulher servil, a mulher divorciada que não tem lugar em lado nenhum, ficando dependente da boa vontade dos homens da família para sobreviver... a mulher que sofre de maus tratos pelo marido (o que percebemos ser encarado como "normal" naquela sociedade).

É também uma história de amor, a dos gémeos pela mãe Ammu e por Velutha, o de Ammu por Velutha - o intocável, o de Chacko pela ex. mulher Margaret, o de Baby Kochamma pelo Padre Mulligan.

Um livro complexo, uma história envolvente. Recomendo
☆☆☆☆

terça-feira, 26 de junho de 2018

#MLPalavrasdeVerão e #bookbingoleiturasaosol2

Agora que fiquei com o gostinho das maratonas literárias ninguém me pára!

Neste verão vou tentar concluir duas maratonas, sendo que para isso estou a tentar conjugar os livros, para se enquadrarem nas categorias dos dois desafios!

A TBR ficará para um próximo post.


#MLPalavrasdeVerão - 22 Junho a 22 Setembro 
#bookbingoleiturasaosol2 - 21 Junho a 22 Setembro



#bookbingoleiturasaosol2

jardimdemilhistorias.blogspot.com
o-prazer-das-coisas.blogspot.com
Irá realizar-se de 21 de Junho até ao dia 23 de Setembro de 2018. O objectivo é completar leituras de uma linha ou coluna, na horizontal, vertical ou diagonal. Os mais ousados podem completar o cartão do Bingo.


As regras são as seguintes:
- Apenas conta um livro por cada categoria;- Os contos individuais não são contabilizados;- Podem ser contabilizados ebooks e audiobooks;- Desafio decorre de 21 de Junho até ào dia 23 de Setembro de 2018;- Objectivo: fazer uma linha ou coluna na diagonal.

Categorias:
1- Um livro que tenha sido lançado no ano em que nasceste;2 - Um livro cujo o título tenha as letras que componham a palavra MAR;3 - Um livro de um autor português;4 - Um livro de um autor que tenha as tuas iniciais;5 - Um livro escrito por uma mulher;6 - Um livro "silly";7 - Um livro com apenas uma palavra no título;8 - Um livro que leste quando eras jovem e gostaste muito;9 - Um livro que se passe no Verão;10 - Um livro com um número no título;11 - Um livro de não-ficção;12 - Um livro que compraste pela capa;13 - Um livro de um prémio literário estrangeiro;14 - Um livro escrito por uma celebridade;15 - Um livro que tenha sido publicado há mais de 10 anos;
16 - Um livro de um prémio literário português.



#MLPalavrasdeVerão 

O FLAMES em parceria com o LinkedBooks, e com a preciosa ajuda dos maratonistas da #ML122dias que nos sugeriram frases sobre o Verão, criou a #MLPalavrasdeVerão.
Para se inscrever basta pedir para aderir a este grupo , e fica automaticamente inscrito - https://www.facebook.com/groups/MLPalavrasdeVerao/


***DESAFIOS*** 
1 ÁGUA - Ler um livro que tenha elementos de água na capa.
2 AMIGOS/FAMÍLIA - Ler um livro emprestado ou recomendado por um amigo ou por um familiar.
3 ANIVERSÁRIOS/FESTAS/BAILARICOS - Ler um livro que te foi oferecido ou que gostarias que te tivessem oferecido.
4 AVENTURAS/COMBOIO/ PASSEIOS - Ler um livro de um género literário que nunca leste ou que raramente lês.
5 AZUL - Ler um livro cuja capa seja maioritariamente azul.
6 CAIPIRINHA - Ler um livro de um autor brasileiro ou cuja acção decorra no Brasil.
7 CALOR - Ler um romance, uma história de amor, ou um livro erótico.
8 CAMPO/RIOS/SERRAS - Ler um livro cuja acção decorra maioritariamente na natureza, ou cuja capa tenha elementos de natureza.
9 CHURRASCO/GRELHADOS/CONVÍVIOS/ESPLANADAS - Ler um livro cuja capa ou título tenha coisas de comer ou de beber.
10 COR - Ler um livro com tema LGBT.
11 DESCANSO - Ler um livro que já andes para ler há muito tempo.
12 DIVERSÃO - Ler um livro do teu género preferido.
13 FÉRIAS - Ler um livro com menos de 100 páginas.
14 GARGALHADAS/BOA DISPOSIÇÃO - Ler um livro de humor, cómico ou divertido.
15 LIVROS/LER - Ler um livro de um dos teus autores favoritos.
16 MAR/PESCADORES/PASSEIOS DE BARCO - Ler um livro cuja capa tenha um qualquer animal aquático.
17 NOITADAS/NOITES NA RUA - Ler um livro "de vampiros", de terror, um livro "negro" ou um livro cuja capa seja maioritariamente preta.
18 PAZ - Ler um livro com a palavra Paz no título, ou cujo título tenha letras com as quais se pode formar a palavra "Paz".
19 SANGRIA - Ler um livro de um autor espanhol ou cuja ação se desenrole em Espanha.
20 SOL - Ler um livro cuja capa seja maioritariamente amarela, com “Sol” no título, ou cujo título tenha letras com as quais se pode formar a palavra "Sol"
21 VIAGENS/REGRESSO AO PAÍS DE ORIGEM - Ler um livro passado num país que já visitaste, que gostarias de visitar, ou passado no teu país natal.


***
DESAFIOS EXTRA
***
(A cada desafio acresce 25 páginas)

As fotos deverão ser partilhadas ou no instagram, ou no facebook com a hastag #MLPalavrasdeVerão

PRAIA/PISCINA
Tirar uma foto na praia ou na piscina com o livro que estão a ler no momento
ALEGRIA/SORRISOS/FELICIDADE
Tirar uma foto que mostre como os livros te fazem sentir feliz!
PIQUENIQUES
Tirar uma foto do teu livro a fazer um piquenique
Elementos obrigatórios da foto: uma toalha de piquenique e o teu livro do momento.
AR LIVRE/CÉU AZUL
Troca um livro numa cabine de leitura, requisita um livro numa biblioteca ao ar livre ou compra um livro numa feira de rua/banca ou quiosque. Valem outras modalidades desde que consigas obter um livro na rua e que tires foto para comprovar esse feito
GELADOS
Foto com o teu gelado preferido (ou um dos...) e o livro do momento


***
REGRAS
***

A Maratona "Palavras de Verão" terá início no dia 22 de Junho e terminará no dia 22 de Setembro.
Só se pode ler 1 (UMA) graphic novel, mangá ou banda desenhada.
A "leitura" de AudioBooks está também limitada a 1 (UM) AudioBook.
Cada livro conta apenas para 1 (UM) desafio (ou seja, o mesmo livro não pode ser contabilizado para 2 desafios diferentes).
Terminada a maratona, o participante terá até ao dia 30 de Setembro para fazer o update e publicar ou enviar-nos a informação (este ficheiro preenchido) para se poder habilitar a ganhar um dos prémios.
Atenção: nesta maratona haverá apenas UMA volta. A pessoa, quando terminar todos os desafios, NÃO pode recomeçar a maratona, MAS poderá substituir as leituras realizadas. Por exemplo, se já tiver completado uma categoria com um livro de 100 páginas, pode voltar a cumprir o desafio com outro livro de número superior de páginas (Só o livro com maior número de páginas irá contar).

Quem conseguir fazer todos os desafios (gerais e extras) ganha um bónus de 250 páginas lidas.