Quando iniciei o blog tive vontade de registar os países por onde ia "passando", isto considerando a nacionalidade dos autores que leio.
Devido a esse desejo, comecei a escolher os livros que leio também pela nacionalidade de quem os escreve.
Em 2018 li autores de 15 países diferentes, com destaque para Portugal (19 livros), EUA (7) e Inglaterra (7).
Este ano já consegui acrescentar 6 países, entre os quais dois países africanos!
Não estou a contar com autores que li no passado, antes de ter blog ou estar na plataforma Goodreads (se contasse com esses, teria mais uns quantos países visitados).
Acho que este meu desafio pessoal já merece uma etiqueta só para ele - #ViajarComOsLivros parece-me bem, já que é o nome que dou ao meu mapa de viagens (ali na aba direita).
A pouco e pouco vou atualizar no blog as publicações que se relacionem com este projeto pessoal, nomeadamente os livros relacionados com primeiras leituras dessa nacionalidade.
A Cláudia, do blog A Mulher que Ama Livros tem um desafio idêntico, a que chamou "do quarto para o mundo". Foi onde li a opinião do livro A Menina que Sorria Contas, que me fez querer lê-lo (e acredito que ainda vá lá buscar inspiração para mais alguns países).
#MaisMulheres
Outro projeto pessoal consiste em ler mais autoras femininas, pelo que vou criar igualmente uma etiqueta aqui no blog, para registo de sempre que leia um livro escrito por uma mulher (já tenho o #marçofeminino mas neste caso irá durar o ano inteiro).
Em 2018 li 19 livros escritos por mulheres, 34 por homens e 3 por uma dupla (Lars Kepler, pois claro). Nunca tinha reparado nesta tendência de ler no masculino, algo a que comecei a prestar mais atenção ao ler alguns textos do blog Desabafos Agridoces. Porque lemos mais homens? Não será por serem melhores, certamente. Talvez porque são mais divulgados? Por terem mais facilidade em publicar? Não sei... mas numa época cheia de antagonismos como a nossa, em que de um lado se grita pela igualdade de géneros, do outro criam-se programas de lixo televisivo em que as mulheres são tratadas como gado (com a conivência de outras mulheres) se calhar todas nós temos de passar a ser um pouco mais feministas ou, pelo menos, dar mais voz ao nosso género


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