2018 foi o ano de regresso às leituras activas (e penso que correu muito bem).
Li 56 livros, 17116 páginas, numa média de 46 páginas por dia.
O mês em que li mais foi o de outubro, o que li menos foi setembro.
O maior livro tinha 1251 páginas (A Dança da Morte, de Stephen King) e o menor 15 (O Homem que Plantava Árvores, de Jean Giono).
O livro "mais antigo" datava de 1800 (Os Crimes do Amor, de Marques de Sade) e o mais recente foi de 2018.
Li autores de 15 países diferentes, na maioria portugueses (19), 34 autores masculinos, 19 femininos e 3 livros de uma dupla (M/F).
Pela análise do último parágrafo penso que trabalhei mal a igualdade de género...
Li livros muito bons, alguns assim assim. Descobri novos géneros (fantasia, contos, policiais) e novos autores.
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