- Clássicos "infantis" como Condessa de Segur e outros, de uma colecção do circulo de leitores que os meus pais fizeram;
- Livros como os cinco e afins, sempre que conseguia que me emprestassem;
- A revista "Selecções do Readers Digest", que o meu pai assinava (e continua assinar, à mais de 25 anos, julgo).
Lia também autores um pouco avançados para a minha idade, muitos clássicos: Éça de Queirós, Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco, Stendhal, mas também alguns que não seriam propriamente adequados a uma rapariguita de 13/15 anos: Fanny Hill de John Cleland, a Delta de Vénus da Anaïs Nin ou o Trópico de Capricórnio, de Henry Miller.
Simplesmente porque eram os livros que tinha disponíveis em casa.
Já jovem adulta, fiz-me sócia de bibliotecas municipais, onde podia dar continuidade ao meu gosto por leituras.
No entanto, com o nascimento dos meus filhos acabei por ler cada vez menos e lia essencialmente livros práticos: temas como a gravidez, pediatria, alimentação, saúde, culinária...
Actualmente não me considero grande especialista em literatura, acho que perdi um bocado o sentido critico e não estou por dentro das novidades e estilos que existem.
Este ano decidi que ia começar a disciplinar-me e aumentar a minha cultura literária (e não só). Para tal eliminei algumas app's do telemóvel, desliguei as notificações de outras, abandonei o marasmo das redes sociais e tenho tentado ler todos os dias algumas páginas.
Neste blog irei registar as minhas leituras, os desafios em que estou a participar e dar a minha opinião acerca dos livros que estou a ler/já li.
Boas leituras
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