Fevereiro foi um mês de leituras conjuntas e desafios.
Leitura conjunta de um policial de Jo Nesbo. Já tinha lido "O Morcego" em dezembro de 2020 (o 1º da série) e em fevereiro juntei-me a uma leitura conjunta do segundo livro, "Baratas". Gostei do facto de ser passado na Tailândia, mas não tenho nada mais de especial a assinalar. Dizem que o seguinte, que irei ler neste mês de março, melhora bastante. Espero que sim.
Leitura conjunta de Ana Karenine, iniciada em janeiro e finalizada em
fevereiro. Na verdade, a leitura conjunta terminou no inicio de março mas eu
adiantei-me (o livro estava interessante e não tive paciência para esperar… sou
uma péssima companheira de leituras conjuntas lol).
Foi uma obra de que gostei bastante, até porque ia "às cegas", sem conhecer a história. A Ana provoca-nos uma dualidade de sentimentos: inicialmente consideramo-la uma mulher fascinante, mas com o decorrer da história passa a irritar-nos, irritação essa que passa a pena. Fiquei com a sensação que retrata uma mulher com distúrbios mentais, que naqueles tempos eram completamente desvalorizados.
Mas existem outras personagens, ou não fosse este livro umas das sagas familiares mais conhecidas. Kitty foi umas das minhas favoritas. Uma personagem que cresce e evolui de uma forma que inicialmente não estamos a pensar.
Foi uma obra de que gostei bastante, até porque ia "às cegas", sem conhecer a história. A Ana provoca-nos uma dualidade de sentimentos: inicialmente consideramo-la uma mulher fascinante, mas com o decorrer da história passa a irritar-nos, irritação essa que passa a pena. Fiquei com a sensação que retrata uma mulher com distúrbios mentais, que naqueles tempos eram completamente desvalorizados.
Mas existem outras personagens, ou não fosse este livro umas das sagas familiares mais conhecidas. Kitty foi umas das minhas favoritas. Uma personagem que cresce e evolui de uma forma que inicialmente não estamos a pensar.
"As famílias felizes são todas iguais, as infelizes são-no cada uma à sua maneira."
A Dora Santos Marques fez um direto com o Nuno Nepomuceno, que me parece
um autor bastante simpático e acessível. Nesse direto lançou o repto de lermos
as obras dele, nomeadamente a série Afonso Catalão no desafio #lernepi. O
primeiro livro é "A Célula Adormecida". Gostei do livro, a premissa é
boa e interessante. Fala do drama dos refugiados, da Síria, da religião
islâmica, pelo que foi um livro onde considero ter contribuído para aumentar a
minha cultura geral. Provavelmente lerei mais um ou dois da série.
Resumindo,
em fevereiro continuei exclusivamente com autores masculinos e li um total de
1560 páginas.
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