Blackwood foi um dos mais prolíferos escritores de “ghost stories” de sempre. Defendido pelos críticos como o mais consistente e misterioso escritor do género, viu os seus contos serem considerados como os melhores contos “weird” do seu século e… de qualquer outro.
- «Os Salgueiros»: talvez por ser a minha estreia com este autor (e fazendo jus ao provérbio "não há amor como o primeiro") foi o conto que mais me fascinou, senti-me envolvida pela atmosfera perturbadora, a angustia dos dois amigos, a inquietação de não saber o que havia ali fora... muito bom!
- «A Outra Ala», um menino que vive uma experiência sobrenatural, que mais tarde vai ter uma influência positiva na sua vida;
- «O Wendigo», um conto que também se passa numa floresta, relacionado com uma lenda do povo indígena da América do Norte, Ojíbuas;
- «Luzes Antigas», um pequeno conto, algo angustiante e cómico ao mesmo tempo;
- «Feitiços Antigos», mais um conto que tem algo de cómico, conta a história de uma pequena vila francesa, em que os seus habitantes se transformam (ou reencarnam).
- «O Homem que Descobriu (um pesadelo)»
- «O Homem à Escuta».

Gostei bastante do livro, do género de escrita, dos contos escolhidos para esta colectânea.
Foi a minha segunda experiência com este género de literatura (li primeiro "O Grande Deus Pã") mas gostei mais deste autor. Conseguiu mexer mais comigo, transmitir-me mais emoções.
☆☆☆☆
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